"O livro novo do Demétrio de Azeredo Soster carrega a sina de olhar para o mundo fotografando tensões, embates, confrontos. Não os que as classes sociais vivem (sim, vivem), não os que a política imediata atualiza a cada dia, não a dimensão trivial, futebolística, grenalística da coisa. Mas sim aquelas oposições que vão dando notícia das virtualidades de um sentido meio zen, aqueel que reconhece mas quer transcer os paradoxos: correr até não restar mais nada, partir rápido para ficar mais, soltar o tempo para vivê-lo mais intensamente, lembrar para conseguir esquecer."
- Luís Augusto Fischer