As margens do rio tapajós eram a sua rua. Ficar embaixo das árvores, em frente da casa de madeira, onde os seus sonhos se misturavam com o
cheiro da maré baixa, e a beleza da pequena ilha que ficava a poucas braçadas a nado, era o seu principal passa tempo.
É também nesse cenário, modelado pelo formoso rio Tapajós, que a escritora pontua a luta, o desejo e a coragem de Zefa, uma mãe que abre mão das filhas, pelo desejo de vê-las formadas.
A escritora tenta, com seus mais profundos sentimentos, imortalizar a luta e a coragem de mãe Zefa.